Pai guarda tudo por dentro.
A foto no porta-retrato ao lado da cama. O print que virou papel de parede do celular sem avisar ninguém. A imagem que ele mostra, meio sem jeito, pros colegas de trabalho. É assim que pai guarda memória: em silêncio, mas com o peito cheio de orgulho.
Agora imagine essa cena — a mesma foto — transformada em linha e costurada no peito de uma peça que ele vai vestir de verdade. E toda vez que alguém perguntar "quem é esse ali, bordado?", ele vai ter uma história pra contar.
Quero fazer a dele